e escreveu-lhe, como se de uma história se tratasse:
- há quem diga até que ela é estranha... que gosta de coisas estranhas
e deita-se sempre com um pardal morto, porque só consegue adormecer
a roer as unhas do pobre passarinho morto.
mas ele, pelo menos, não tem esse lado obscuro.
- tem sim.
- tem? não se nota.
- pois não, mas ela reconheceu-o bem.
- quem acha você que escreveu este texto?
- foi ele? não me diga!
- digo sim. e sabe a quem o dedicou? pois claro... a ela.
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