sexta-feira, 29 de maio de 2009
- O segundo Quê -
Joana - "Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Podias ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Podias ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Podias ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem te ver, mas sabiam-se amanhã.
Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que ocupem o pensamento, não saber como conter as lágrimas ao ouvir aquela música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se está feliz, se está mais magro, se mais bonito.
Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer."
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opahhhhhhhh como é possivel que esses textos te persigam assim? pk? será q a mama tem razao>?hummm
ResponderEliminarsaudade.... é bom teres saudade... é bom nunca mais quereres saber.. e msm assim doer... pk amas!
até que um dia, sentimos apenas a saudade de amar.
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