segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
- tempo -
a verdade é que no meio de todo o pessimismo, eu acredito.
e por isso... a única coisa que tenho a dizer é:
"dá-me tempo."
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
- o ciso -
fui tirar um ciso:
era maior que o normal,
estava demasiado para cima
e encaixado noutro dente,
e a raiz fazia um gancho.
... só coisas boas.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
- é como... -
ela - vou dormir, sim?
ele - oh.. estavas a ajudar-me a escrever.
ela - mas eu nem sequer estava a falar...
ele - mas estavas aí... é como estar a trabalhar sabendo
que o nosso amor está no sofá mesmo ali ao lado.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
- a Yuna -
começa sempre da mesma maneira.
ela senta-se à minha frente e olha pra mim,
entra num estado como que de contemplação.
quando repara que existe abertura,
vem para o meu colo,
deita-se a seu jeito
e recebe todo o mimo que quer...
até que a dada altura,
sem qualquer aviso prévio,
vai-se embora.
... é parecida comigo, diz-se.
domingo, 12 de setembro de 2010
- G.A. -
- was it an act of desperation?
- not at all.
- something to attract atention?
- of course not.
- i'm just trying to understand... why swallow ten doll heads?
- cause eleven would had been too much.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
- um excerto -
daquele livro:
"No fundo, penso que gostava de reter em mim um qualquer tipo de poder que fizesse as pessoas ficarem por perto. Por outro lado, não me agrada a responsabilidade adjacente.
(reduzo-me à minha insignificância.)"
P.S. tem coisas bastante interessantes... mas é um perigo para a memória afectiva.
"No fundo, penso que gostava de reter em mim um qualquer tipo de poder que fizesse as pessoas ficarem por perto. Por outro lado, não me agrada a responsabilidade adjacente.
(reduzo-me à minha insignificância.)"
P.S. tem coisas bastante interessantes... mas é um perigo para a memória afectiva.
- true story -
eu ouvi gritos.
quando fui à janela já só os vi fugir, aos dois.
outros dois ficaram, uma mulher e um homem.
eram os dois magrinhos
e deviam estar os dois na casa dos 40.
ela gritava a pedir ajuda
enquanto ele perdia os sentidos nos braços dela
manchando-lhe as mãos com sangue.
um homem foi espancado em frente a minha casa.
durante a noite choveu...
pela manhã já não havia sangue no chão.
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